Correria, presentes, transito, lojas cheias….!

Entra ano, sai ano, e é sempre a mesma coisa!

A correria de última hora para comprar um presente para a mãe. E os outros dias do ano? Será que nos lembramos dela com o mesmo carinho? Ou somente vamos na onda geral e “cuidamos” do relacionamento com ela somente nesse dia?

LEMBREMO-NOS: o dia das mãe é todo dia!!!

FELIZ DIA DAS MÃES a todas as mamães!

Sr. Alberto Pereira, como muitos o chamavam, filho de Severino Pereira da Silva, fez história em Sorocaba e fez parte da história de Sorocaba.

O título está no Jornal Cruzeiro do Sul de hoje, leia a  reportagem aqui.

O que me chamou a atenção foi a desculpa dada pelo fracasso da indústria CIANÊ: “… enquanto o metro do tecido nacional custava, aproximadamente, US$ 3, o chinês chegava por 80 centavos de dólar.”

Foi só a CIANÊ que enfrentou a concorrência externa? E os automóveis? principalmente depois que o ex-Presidente Collor falou que nossos automóveis eram carroças.

Achar alguém para culpar é cômodo e nos deixa em uma zona de conforto, pois, procurar as verdadeiras causas do problema exige esforço e muito trabalho.

Para não ficar explicando causas e mais causas (algumas dá para entender pela própria reportagem), faço um paralelo com outra indústria da mesma área e de época semelhante, a Coteminas, fundada pelo nosso vice-Presidente José de Alencar. Vide um pouco dessa história aqui.

Nessa resportagem o que me chamou a atenção foi: “…Os holofotes voltaram-se para ela quando conseguiu desbancar os chineses, vendendo camisetas de algodão por R$ 0,75 a unidade, contra US$ 1 dos asiáticos.” e atualmente a Coteminas exporta para vários países, inclusive para a Ásia.

Alguns, ao lerem a reportagem dirão, “… mas o Coteminas teve auxílio da SUDENE…” sim, mas o financiamento estava disponível para quem quisesse e tivessr um bom projeto, a Coteminas era cotada pela Sudene “… A Coteminas foi classificada na faixa de prioridade A, o que significava que, a cada real investido pelo empresário, a Sudene aportava três.” Lembro ainda que a Sudene entrou para a Coteminas crfescer e não para se manter no mercado.

A história do Seu Carlos, Seu Pereira da Silva, Seu Alberto, o paizão, sempre será lembrada em Sorocaba, tanto como um ótimo empresário na época do mercado fechado, como um péssimo empresário na época da abertura de mercado.

Uma ferramenta simples, que poderia tê-los ajudado no problema, é o Gráfico de Ishikawa, ou espinha de peixe, útil no processo de tomada de decisões.

Duas histórias com desfechos diferentes, que sirvm de lições para muitas empresas acomodadas no sucesso, que pode ser efêmero.

Novas turmas de MBA:  iniciamos dia 13 de março a turma de sábados em Sorocaba, dia 15 de março as turmas de segundas e quartas-feiras em Sorocaba, Itu e Itapetininga.

Muita procura, muitas matrículas. A cada semestre diminui e aumenta a idade dos entrantes, ou seja, temos alunos cada vez mais novos e alunos cada vez mais  “maduros”.

O mercado já considera que, quem tem somente a graduação, tem pouco então, a procura para as epecializações, MBA, Pós, aumenta ano-a-ano.

Muitos alunos já ouviram eu dizer que:

Antigamente a pessoa forma-se, emoldurava seu diploma e pendurava na parede da empresa ou do escritório e, nunca….. mais voltava para os bancos escolares.

Atualmente: você nunca mais sairá dos bancos escolares.

Interdisciplinaridade e multidisciplinaridade são as palavra de ordem: tenho que ser muito bom em alguma coisa, mas tenho que ter uma visão holística, ou seja, conhecer um pouco de muito.

Pense em qual pós (qualquer coisa que vem após a graduação) você irá fazer.

Abraços e sucesso

Estive, em janeiro, trabalhando no campus da ESAMC. Apesar de férias, a área administrativa não pode parar, afinal tem vestibular, horários a serem feitos, providencias técnicas, reformas, consertos…. ufa! é muita coisa.

Esse semestre já teremos uma nova área para algumas disciplians de Comunicação Social.

Prédios, salas, cadeiras, computadores, pedreiros, pintores, eletricistas.

O  pessoal do Apoio estava lá. A secretaria, o caixa, o financeiro, funcionaram normalmente.

Mas a escola não tinha vida!!! Por mais que tivessem pessoas trabalhando, faltava o essencial: ALUNOS.

Prédios, salas, carteiras, computadores etc….sem ALUNOS… não é escola.

O ato do professor de ensinar, de desafiar, de cobrar, só se justifica se existirem alunos.

Para os alunos, a escola só se justifica se existirem professores.

Uma simbiose que resulta no progresso do conhecimento do “ser humano”, portanto da sociedade.

Aos meus queridos alunos que voltam para continuarem seus cursos, aos calouros que iniciam uma jornada em busca de seu caminho:
Bem-vindos, feliz semestre e muito sucesso,

Entusiasticamente e carinhosamente,

Prof. Calixto Silva Neto

DIA DOS MORTOS

Hoje estive no cemitério com minha mãe. No próximo dia 13 fará três anos da morte do papai.

É um cemitério campo, embora eu goste de cemitérios antigos com aqueles mausoléus enormes, pois ali se encontra uma parte da nossa história, mas o campo dá uma sensação menos tétrica e mais paz.

São flores por toda parte, coloridas, grandes, pequenas. Um vazinho solitário ali, vários vasos acolá. Brinquedos, balas e pirulitos também são encontrados.

Pessoas chorando, talvez sentindo falta do ente querido, ou até mesmo remorso, outras rindo ou com o som do automóvel alto. Algumas com pressa e impacientes. Outras com cadeira e guarda-sol, ali, sentada em frente a tumba. Algumas formam um círculo, de mãos dadas, rezando ou orando.

Em uma tenda improvisada, algumas centenas de pessoas acompanhavam um culto, outras acendiam velas, outras ainda, comiam calmamente um pastel nas barraquinhas montadas dentro do cemitério.

Se um “marciano” chegasse de improviso, certamente teria dificuldades de identificar o tipo de evento que estava ocorrendo: será a arena de a um campeonato esportivo? ou quem sabe algum show de artista famoso(a). Ou talvez um comício político? ou um encontro gospel?

Na volta, mamãe comentou que antigamente iam mais pessoas ao cemitério, inclusive iam uma semana antes para limpar os túmulos, lavar os mármores, polir as placas de bronze e até pintá-los, e ai lembrei-me de uma passagem:

Certa vez fomos, eu, meus irmãos e a filha de uma vizinha, todos na faixa dos 10 aos 13 anos, com meus pais, para limpar o túmulo, lá no cemitério do Araçá (São Paulo/SP). Enquanto eles limpavam, nós, as crianças, ficávamos correndo para-lá-e-para-cá, lendo as inscrições e calculando a idade dos mortos. Ficávamos interrogativos quando o morto era criança. Achamos um túmulo abandonado e quebrado, onde viam-se ossos. Nossa amiga, a mais velha do grupo das crianças, sem medo pegou um osso, que acho que devia ser uma tíbia, perónio ou fêmur e, curiosa para saber  o que tinha no meio do osso, quebrou-o ao meio. Falei-lhe que o morto ia ficar atrás dela. Minha mãe disse que por muito tempo ela reclamou que até sonhava que estava sendo perseguida pelo morto. Coisas de crianças e muito descuido do estado para com o cemitério.

Mas voltando ao assunto, quando mamãe disse que antigamente iam mais pessoas ao cemitério, fico imaginando como será no futuro. As reverencias devem ser aos mortos, ali representadas por placas sinalizadoras no chão, ou ao espírito deles? Na vida agitada e diversificada que a humanidade leva atualmente, cabe e caberá espaço para essas visitas?Acredito que além da fé, distorcida e mal informada, de antigamente, também havia a falta de atividades, o que fazia da ida aos cemitérios um acontecimento importante.

A sociedade é viva e mutante e certamente novos modelos surgirão, inclusive, o que fará uma pessoa no cemitério, que teve seus entes queridos falecidos e cremados?

Respeito todos e a todos credos, inclusive continuarei indo ao cemitério, então, aqueles que não acreditam, com todo respeito, respeite os que cultuam seus mortos.

Abraços

A Revista IstoÉDinheiro número 628,  de 21 de outubro/09 (reportagem), trouxe uma reportagem sobre os Efeitos Colaterais da lei de Informática.

A reportagem, por si só já é muito interessante, porém o que me despertou profundos sentimentos de recordações foram as fotos do início da reportagem. Máquinas e laboratórios. Isso me fez lembrar do meu início como Técnico Eletrônico.

Iniciei minha carreira como Técnico Industrial em Eletrônica em 1969, na Control, que fabricava transceptores. Eu atuava tanto na fábrica como na assistência técnica.

Em janeiro de 1971 iniciei na Olivetti do Brasil, também como Técnico em Eletrônica. Na Olivetti havia duas áreas distintas: Interno ou Externo.

Eu fui escolhido para trabalhar na área externa, ou seja, atendimento em campo. Mas para  ter uma idéia do laboratório, seguem fotos:

Laboratório Interno

Laboratório Interno de Reparações Eletrônicas

Laboratório Interno

Laboratório Interno

A próxima foto sou eu quando chefiava a equipe de Técnicos:

Foto doCalixto

Note a máquina no lado direito da figura. É uma calculadora a transistores.

Outra foto que me chamou a atenção na reportagem, foi a do Solution 16 da Prológica:

O teclado se encaixava na frente do monitor para dar a impressão de um computador portátil. Olha o início dos NoteBooks!!! só que ele pesava 7 quilos. Características:

  • processador Intel 8088 de 4,77 Mhz;
  • vídeo de fósforo verde de 12 polegadas;
  • RAM de 256 Kb, expansível até 512 Kb;
  • Sistema Operacional (S.O.) baseado no DOS da Microsoft;
  • não tinha Winchester (HD )

Nós, os técnicos, tínhamos o seguinte slogam para ele:

Por fora: Solution; Por dentro: Probleman! – apresentava muitos problemas.

Leiam a reportagem, pois além de conhecer um pouco da história da Informática na Brasil é também uma aula de história brasileira.

Boa leitura e abraços

C.H.A.

Conhecimento, Habilidades e Atitudes.

Essas competências, atualmente, são valorizadas em um profissional. Conhecimento é o “saber”, habilidades é o “saber fazer” e atitudes é o “ser e querer fazer”.

A primeira vez que entrei em contato com esses conceitos foi em 1979, em uma empresa chamada  S.M.I. da área de Desenvolvimento Pessoal, onde trabalhei por três anos. Desde então tenho estudado e me preocupado cada vez mais com as atitudes.

O conhecimento é adquirido nos bancos escolares, seminários, congressos, leituras de livros e pelo próprio trabalho. A habilidade é fruto do treinamento, ou seja, a aplicação do conhecimento com a finalidade de se conseguir um resultado. A atitude é percebida pelos comportamentos que apresentamos diante de qualquer situação do nosso dia-a-dia.

As três competências são importantes, porém, a mais importante é a Atitude.

Conversava outro dia com meu filho Daniel Fernando (Diretor de uma empresa de Software – Cadsoft) sobre essas três competências, e coloquei meu ponto de vista (fruto de meus estudos), e algumas dúvidas ficaram. O Daniel (Mestre em Educação) refletiu e leu interessante artigo: A Hierarquia do Sucesso e colocou sua reflexão em seu blog, que sempre tem assuntos interssantes:  Blog do Daniel .

Considero a atitude (que é percebida pelos outros através de nossos comportamentos) o diferencial do gestor do século XXI, pois, através da atitude é possível se desenvolver conhecimento e habilidades necessários ao sucesso em qualquer empreitada, mas, através de conhecimento e habilidades sem atitudes, dificilmente se chega ao sucesso.

A atitude é o ser (ser complexo que tem paixões, amores, dores, medos ou coragem, iniciativa ou procrastinação, vontade ou preguiça, vencedor ou conformado) cujo comportamento leva-o para o “querer fazer” … “ou não”.

Li há muitos anos (faz tempo….):

“Aquele que decide parar e esperar que as coisas melhorem,verá mais tarde que aquele que não parou e colaborou com o tempo está tão distante que ele jamais conseguirá alcançá-lo”

Boa semana!

35 anos: muito ou pouco?

Alguns números – de 14/09/1974 à 14/09/2009):

  • 35% de um século;
  • 3,5 décadas;
  • 420 meses;
  • 1.820 semanas;
  • 12.784 dias;
  • 306.810 horas;
  • 18.408.600 minutos;
  • 1.104.516.000 segundos.

Tempo é relativo! já dizia Einstein.

O Metro de São Paulo, linha Norte (Santana) – Sul (Jabaquara), atual linha Azul, foi inaugurado em 14 de setembro de 1974.

O Presidente do Brasil era Ernesto Geisel (penúltimo predidente do Regime Militar de 1964). O Governador de São Paulo era Laudo Natel, eleito indiretamente pela Assembléia Ligislativa e o Prefeito de São Paulo era Miguel Colassuonno, indicado pelo Governador.

O Prefeito de Sorocaba era Armando Panunzio.

Nessa data surgiu o Karate Full-contact, uma forma híbrida de luta que combina estilos de artes marciais com o boxe.

A cidade de Sinop, no Mato Grosso foi fundada a 14 de Setembro de 1974. Sinop vem do acrônimo de Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná.

O Papa era Paulo VI, o italiano Giovanni Battista Montini.

Em Sorocaba acontecia a primeira Revoada Vicentina:


Emerson Fittipaldi, correndo pela McLaren, tornou-se bicampeão mundial em 1974. A Alemanha tornou-se bicampeã Mundial de Futebol.

Em 1974 o grupo KISS, uma banda de hard rock dos Estados Unidos, lança seu primeiro álbum, tornando a banda conhecida e seus integrantes milionários. Foi um grupo que impactou culturalmente a década de 1970.

Filmes que fizeram sucesso em 1974:

  • Aeroporto 75 (Airport 1975, norte-americano);
  • Hobin Hood, o trapalhão da floresta (Renato Aragão e Dedé Santana);
  • Assassinato no Expresso do Oriente (policial britânico);
  • Chinatown (policial norte-americano);
  • Inferno na torre (The Towering Inferno – produção norte-americana, com um enredo catastrófico e elenco notável: Paul Newman, Steve McQueen, O.J. Simpson, Fred Astaire etc).

E claro, um acontecimento importante, o Casamento da Glauceli & Calixto.

Apologia: a.po.lo.gi.a

sf (gr apología) 1 Discurso ou escrito laudatório para justificar ou defender alguém ou alguma coisa. 2 Elogio, louvor, panegírico. Antôn (acepção 2): censura. (Michaelis, Melhoramentos, 2009)
Não sou dado a fazer apologias, prefiro o consenso e o discurso lógico.

Hoje, porém, irei fazer apologia sim, sobre o casamento.

Vivemos atualmente em uma sociedade volátil, efêmera,  imediatista, consumista, e muitas vezes egocentrica, onde a busca pelo prazer próprio, na grande maioria das vezes, não contempla o próximo (em uma liguagem administrativa: os stakeholders). Tavez contribua para isso, a enorme quantidade de informações com a qual somos expostos (mais do que conseguimos digerir), a diversidade delas e a banalidade com que alguns  assuntos são contemplados, em função da quantidade, quando não  deveriam sê-lo. Por exemplo, a quantidade de mortes e crimes que são anunciados é tal que, já não nos comove como no início do século passado.

Contribui também para o imediatismo e efemeridade a pressão mercadológica, onde o ciclo de vida dos produtos diminui cada vez mais, as inovações acontecem constantemente e os processos de comunicação (mídias em geral) gerando um consumismo exacerbado. Isto faz com que um celular, de apenas 3 meses, seja obsoleto.

Até ai não vejo muito problema, além de causar insatisfação naqueles que não conseguem acompanhar o desenfreado consumismo, ou até mesmo gerar problemas financeiros por não saberem controlar seu caixa. Existem pessoas que até necessitam de tratamento psicológico.

O problema que vejo vai além dos objetos de desejo, que normalmente são tangíveis , mas sim a transferência dessa efemeridade para os relacionamentos humanos.

A Internet, que tem apenas 15 aninhos (jovem se comparada ao telégrafo ou rádio) encurtou distâncias e tempo. Hoje nos comunicamos com o mundo em apenas alguns segundos. Muitos relacionamentos, seja de amizade, de negócios, de parcerias ou amorosos acontecem através de e-mails, MSN, Orkut ou qualquer dessas ferramentas, como também acontecem os fins desses relacionamentos pelas mesmas ferramentas. O contato face-a-face para muitos é difícil, então, essas ferrramentas ajudam os inibidos.Veja o caso de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, umas das maiores redes sociais do mundo, que afirma ter criado a rede para “azarar” as garotas. Leia na IstoÉDinheiro de agosto/2009, que o retrata como tímido. O início ou ou fim de um relacionamento, pelo mundo virtual, é menos estressante que pelo mundo real (face-a-face).

A liberdade de expressão, política, costumes indo até à liberdade sexual, contribuiu, e muito, para o desenvolvimento da sociedade, consequentemente do ser humano, isto tudo aliado às ferramentas virtuais disponíveis, mas essas mesmas liberdades, e ferramentas, também contribuiram para a superficialidade dos relacionamentos humanos.

Outro dia ouvi de um padre que casamentos com 10 anos devem ser comemorados, pois estão cada vez mais difíceis de acontecer.

As pessoas casam-se (juntam-se) para serem felizes e esquecem que a união estável tem por objetivo fazer o outro feliz.

Porque escrevo tudo isso hoje?

Hoje comemoramos, a Glauceli e eu, 35 anos de casados, com a expectativa de comemorarmos aniversários de união pelos próximo 35 anos ou mais.

Tem fórmula? macete? mágica?

Não sei como se chama, mas tentarei, resumidamente, passar nossa experiência de 35 anos de casados e felizes.

  1. Altruísmo: como fazer o outro feliz, se preocupar com a felicidade do outro antes da tua.
  2. Cumplicidade: parceria, colaboração.
  3. Paciência: homens e mulheres são diferentes (ainda bem) fisicamente, emocionalmente e psicologicamente.
  4. Respeito: se somos diferentes, devemos respeitar as diferenças e procurar entendê-las.
  5. Parceria: nem sempre um gosta do que o outro gosta. Algumas coisas fazemos juntos por respeito ao outro, algumas coisas fazemos separados, por respeito ao outro.
  6. Confiança: ciumes em demasia destrói qualquer relacionamento e tanto a literatura como os jornais trazem inúmeros casos.
  7. Expressão: dialogar, conversar com respeito, consenso. Ouvir mais do que falar.
  8. Amor: não banalize o “Eu te amo” mas repita pelo menos três vezes por dia para teu conjuge.
  9. Amizade: teu conjuge deve ser teu melhor amigo, então, trate-o como seu melhor amigo
  10. Conquista: conquiste diariamente teu conjuge. Para eles: “conquistar uma mulher por dia é fácil, o difícil e conquistar a mesma mulher todos os dias”. Para elas: “conquistar um homem por dia é fácil, o difícil e conquistar o mesmo homem todos os dias”.
  11. Sexo: trate seu conjuge como amante e nunca necessitará de ter um. Dê-lhe presentes, flores, bombons, mimos, cartões…..!

Muitos escritores escrevem livos com títulos numéricos: “As 10 maneiras de ser feliz”, “As 5 regras de vendas”. “Os quatro pilares da estratégia”, e por ai vai.

Não foi minha intenção listar as 11 coisas para ser feliz no casamento, alias, se fosse escrever tudo necessitaria de uns 30 dias e talvez alguns milhares de itens, mas como professor acabei deixando meu lado professoral emanar e acabei fazendo uma listinha, porém, casamento não é listinha e sim vivência dia-a-dia de cumplices que se amam.

Ao grande amor de minha vida, Glauceli, obrigado por esses 35 anos de plena felicidades, cumplicidade e paciência.

TE AMO GLAUCELI!

TE AMO GLAUCELI!

TE AMO GLAUCELI!

Com carinho, Calixto

Essa semana lemos nos principais meios de comunicação a compra de R$ 20 Bilhões em submarinos franceses, feita pelo governo brasileiro.

Isso significa que o Brasil está preocupado com a Segurança? O Brasil quer conquistar uma supremacia na América doSul? ou quer conquistar uma tecnologia que poderá ser utilizada em outras áreas?

Ou será a preocupação em defender nossos mares em função do pré-sal?

Brasil e França já foram grandes parceiros até o Brasil se voltar para os Estados Unidados e ficarmos durante muitos anos dependente deles. Felizmente esse quadro mudou e passamos a fazer negócios com vários países, o que é muito bom: não ser dependente apenas de algumas potencias mundiais.

Atualmente o Brasil é uma  nação importante para o mundo, quer seja pelo nosso tamanho, pelos nossos 191 milhões de brasileiros, pelas nossas riquezas, pela criatividade de nossa gente, pelo nosso sistema eletrönico de votação (primeiro no mundo), pelos nossos bancos ou indústrias, não importa aqui discutir isso, mas sim afirmar que somos importantes para o mundo, com tendëncia a ampliar essa importäncia.

Os francese estão felizes, Sarkozy rindo à toa, os alemão brabos, pois não conseguiram vender para nós e, claro, outros também intrigados com essa negociação brasileira.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, passará à história em função desse reaparelhamento que vem fazendo nas nossas Forças Armadas.

A IstoÉDinheiro dessa semana tras uma repostagem com o título:

A MAIOR COMPRA BÉLICA DA HISTÓRIA.

Leiam, muito interessante: IstoÉDinheiro, 09.09.2009 – n. 622

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